Não me repreenda por estas palavras tortas são próprias, escusas, porém sinceras.
São estas que o meu coração entende e expressa.
São palavras presas, espertas, densas, talvez devassas.
Quem se importa!
Palavras que guiam a minha fala, imprime no papel
sentimentos.
Às vezes cala, silencia e ecoa dentro do peito
e se guarda.
Não há palavras quando do muito que se sente,
emana apenas um grito forte que não diz nada,
mas representa muito mais do que a garganta
rasga…
Maria Cristina
2007
